sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Remember...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Ode à gripe

quinta-feira, 23 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Alguém viu a chuva?!

Tudo começou assim, ia eu muito bem no meu carrinho a caminho do trabalho, no sábado à tarde a ouvir os maravilhosos "gotan project", quando me deparo com uma fila, ainda no eixo norte-sul na saída para entrecampos/praça de espanha. Pensei para comigo "mas será que as pessoas não têm mais que fazer senão andar de carro e criar trânsito até ao fim de semana", que irritação que aquilo me estava a criar. "O que vale é que até saí cedo de casa e tenho tempo para tolerar trânsito", fui-me reconfortando. Após alguns minutos de espera, decidi que iria dar a volta por sete rios, afinal aquele trânsito não era mesmo normal e deveria ter havido algum acidente. Ainda bem que não consegui chegar a sete rios, nesta altura estava completamente em total desconhecimento sobre o que tinha realmente acontecido. Continuando, não consegui chegar a sete rios porque estava uma poça de água enorme no meio da estrada já com um ou outro carrito parado lá dentro e o trânsito intransitável. Aí, comecei a ter algumas luzes sobre o que poderia estar a acontecer. Olhei para o relógio e concluí que iria chegar atrasada, agarrei o telemóvel e liguei para o emprego. A voz do outro lado disse-me: " já sei, vais chegar atrasada, ainda não chegou ninguém, as estradas estão todas inundadas". Suspirei de alívio por finalmente perceber o que se estava a passar e não ser a única que iria chegar atrasada, mas rezinguei por não saber quanto tempo mais iria estar naquela estúpida fila, isto depois de ter voltado para trás em direcção à praça de espanha.
Entretanto mais ou menos 45min depois estava eu no meu "querido" local de trabalho, apenas com meia hora de atraso e com os meus colegas a olharem para mim com caras de aliviados por finalmente ter chegado.
Quando finalmente vi no jornal da noite o que se tinha passado, aquele dilúvio que não durou mais de meia hora e gerou o caos total na capital, fiquei impressionadíssima. Anda tudo doido!! Gente, temos mesmo de remendar o buraco do ozono. Tenho saudades do outono e da primavera que parece que deixaram de nos visitar. Temos de cuidar mais do nosso planeta, em vez de destruí-lo!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Descubra as diferenças II

- As doenças oncológicas não são sempre fatais, muitas, quando detectados precocemente têm cura;
- As pessoas infectadas com HIV não são sempre pessoas promiscuas ou homossexuais ou toxicodependentes;
- As doenças mentais não significam que a pessoa é "maluquinha" e a maior parte das vezes têm tratamento e cura, possibilitando as pessoas de terem uma vida completamente "normal";
- Não se apanha o vírus do HIV por beijar, abraçar ou tocar na pessoa;
- A medicação psiquiátrica não deixa sempre as pessoas "mongas",
- Os doentes oncológicos não têm de ser pessoas tristes e "deprimidas";
- As doenças "prolongadas" são cancro (vamos aprender a dizer esta palavra sem medo);
- As pessoas infectadas com HIV têm tanto direito a amar, a sonhar e a comer em qualquer restaurante como qualquer outra pessoa e têm direito ao sigilo da sua doença;
- A fibromialgia é uma doença, sim, é real;
- As doenças não acontecem só aos outros!!!
É óbvio também que não devemos viver a vida pensando sempre que podemos ficar doentes, mas poderemos fazer um esforço para tentar compreender as pessoas que estão. Vamos tentar ver para além destes estigmas e contra mim falo, por vezes dou por mim a ter estas ideias pré-concebidas, mas faço um esforço para tentar contrariá-las. Cada pessoa é um ser humano única e diferente, mesmo estando doente. Vamos tentar respeitar a unicidade de todos não transformar as pessoas em "doentes".
Agora lanço um desafio aos leitores, de certeza que todos conhecem mais estigmas relacionados a várias doenças, pensem um pouco e partilhem para todos juntos desmistificarmos estes preconceitos!!
A verdadeira treta

terça-feira, 14 de outubro de 2008
Descubra as diferenças!

Decidi abrir hoje este tema que considero ser muito rico, com matéria para muito escrever, por isso optei por dividí-lo por tópicos. Para iniciar, pensei em falar um pouco sobre um tema que tem estado muito em voga ultimamente, pelo menos entre os srs. deputados do parlamento que coitados, nem têm direito a opinião (malta, criem um blog anónimo e lá sim podem dizer o que realmente acham acerca do casamento civil entre homossexuais). Mesmo aqui ao lado, um senhor chamado Zapatero (conhecem?) disse "não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros". Um exemplo a seguir?!
Pessoalmente concordo com o casamento civil entre homossexuais. Sendo o casamento um contrato em que duas pessoas assumem determinado compromisso, com deveres (respeito, fidelidade, coabitação, cooperação, assistência), gozando de benefícios fiscais, não vejo qual é o problema de duas pessoas do mesmo sexo que provavelmente até vivem juntas poderem celebrar esse contrato. Será que têm medo de que o facto de permitir o casamento poderá incentivar mais pessoas a serem homossexuais ou a assumirem-se? O preconceito já existe, com casamento ou sem ele. Esta medida talvez até pudesse ajudar as pessoas a aceitarem estas relações, já que, entre muitos, um dos estigmas é a promiscuidade entre homossexuais. E pergunto eu, então e a promiscuidade entre heterossexuais, não está ela cada vez maior com estas novas gerações dos "morangos com açúcar" e as suas relações descartáveis? Quem me ouve pensa que sou muito velha, sei que não o sou, no entanto noto muitas diferenças entre a minha geração e as mais novas. Mas também na minha a promiscuidade é uma realidade.
Conclusão, para mim um casal homossexual é composto por duas pessoas que gostam uma da outra o suficiente para se comprometerem a viver o resto da vida juntos. Não é este exactamente o mesmo motivo que leva um casal heterossexual a desejar o mesmo. A única diferença é mesmo o sexo das pessoas. Somos todos tão diferentes uns dos outros e nas nossas próprias relações interpessoais, será que não podemos aceitar esta diferença, mesmo que não a compreendamos. Eu acredito num mundo em que conseguimos ser tolerantes, em que as pessoas não necessitam de usar máscaras sociais e vivemos todos em harmonia uns com os outros (utópico, eu sei).
Errata #1
Tenho de começar a usar a verificação ortográfica estão vocês a pensar, ok, têm razão, eu redimo-me...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Amar

Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, ou Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente! ...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi para cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
